11 sintomas que podem indicar doença renal


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Revisado e atualizado em abril 2, 2026
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Resumo rápido: o que você precisa saber

A doença renal costuma evoluir de forma silenciosa nas fases iniciais. Quando surgem sintomas, os sinais mais comuns incluem sangue na urina, urina espumosa persistente, inchaço no rosto ou nas pernas, pressão alta, cansaço, perda de apetite, náuseas e necessidade de acordar várias vezes à noite para urinar. Dor nas costas, por outro lado, nem sempre indica problema nos rins.

Isso acontece porque os rins podem perder função de forma lenta e progressiva, sem provocar dor ou manifestações evidentes no começo. Em muitos casos, os primeiros indícios percebidos pelo paciente são alterações na urina, retenção de líquido, elevação da pressão arterial ou sintomas inespecíficos, como fraqueza, mal-estar e redução do apetite.

Os sintomas ajudam a levantar a suspeita, mas não confirmam o diagnóstico sozinhos. A avaliação da função renal é feita principalmente por exames de sangue e urina. Ao longo deste artigo, explicamos quais sinais podem estar relacionados à doença renal e em quais situações eles devem ser investigados.

Como saber se os rins estão doentes?

Muitas doenças dos rins apresentam pouco ou nenhum sintoma nas suas fases iniciais. Boa parte dos pacientes só descobre ser portadora de doença renal em estágios avançados, quando já não há muito o que fazer para salvar a função dos rins.

A melhor maneira de se identificar precocemente as doenças renais é através de exames de sangue e urina. A dosagem da creatinina sanguínea nos permite calcular a taxa de filtração glomerular dos rins, enquanto o exame simples de urina, chamado de Urina 1 ou EAS, pode identificar a presença de sangue, proteínas, glicose ou outras substâncias que apontam para uma possível doença renal.

O grande problema é que, apesar de serem exames baratos e amplamente disponíveis para a população, o desconhecimento dos sintomas que indicam doenças renais faz com que boa parte das pessoas não procure atendimento médico para avaliação dos seus rins. Portanto, frequentemente, as doenças renais não provocam sintomas relevantes e, quando o fazem, os pacientes não sabem reconhecê-los.

Em que fases da doença renal os sintomas costumam aparecer?

A doença renal crônica é classificada de acordo com a taxa de filtração glomerular estimada (TFGe).

Se você tiver um exame de sangue com resultado de creatinina sanguínea, pode utilizar nossa calculadora online para estimar a sua TFG: Calculadoras do clearance de creatinina (taxa de filtração glomerular).

Em geral, os sintomas costumam seguir a seguinte lógica:

Estágio 1 de doença renal crônica

São pacientes com TFGe ≥ 90 ml/min/1,73 m². Função renal normal ou alta, mas com sinais de lesão, como proteínas na urina. Nesse grupo, sintomas são raros; a doença costuma ser silenciosa.

Estágio 2 de doença renal crônica

São pacientes com TFGe entre 60 e 89 ml/min/1,73 m². Diminuição ligeira da função renal. Nesse grupo, os sintomas também são raros. Alguns pacientes podem ter hipertensão, proteínas ou sangue na urina, dependendo da causa da lesão renal.

Estágio 3 de doença renal crônica

O estágio 3 é dividido em 3a e 3b: 

  • Estágio 3a: TFGe entre 45 e 59 mL/min/1,73 m²
  • Estágio 3b: TFGe entre 30 e 44 mL/min/1,73 m²

Neste estágio, o paciente já tem uma redução moderada da função renal; alguns sinais e complicações podem começar a surgir, especialmente no estágio 3b.

Estágio 4 de doença renal crônica

São pacientes com TFGe entre 15 a 29 ml/min/1,73 m². Nessa fase, há diminuição grave da função renal. Sintomas e alterações laboratoriais passam a ser comuns, como anemia, agravamento da hipertensão, inchaço nas pernas. Esses pacientes precisam ser acompanhados por nefrologistas, pois estão próximos de precisar de hemodiálise.

Estágio 5 de doença renal crônica

São pacientes com TFGe < 15 ml/min/1,73 m². Essa fase é de insuficiência renal terminal (falência renal), necessidade de diálise ou transplante. É o momento em que os sintomas são mais comuns.

Sinais e sintomas de doenças renais

A seguir, vamos falar dos onze sinais e sintomas mais comuns das doenças dos rins. Se você reconhecer qualquer um desses sintomas, procure um médico para fazer uma avaliação dos seus rins.

Sangue na urina (hematúria)

Hematúria é o nome que damos à presença de sangue na urina, seja ela visível a olho nu ou apenas detectável em análises de urina.

A presença de sangue visível na urina recebe o nome de hematúria macroscópica. Urinar sangue costuma assustar os pacientes, pois é senso comum que este é um sinal de que há algo errado nas vias urinárias. Dificilmente uma pessoa com sangue na urina não toma a iniciativa de procurar atendimento médico.

O grande problema é quando a perda de sangue é imperceptível. A hematúria microscópica é aquela que só é identificada através de exames de urina. Este tipo de sangramento na urina pode passar despercebido por anos, já que não é detectável a olho nu.

A presença de sangue na urina, seja visível ou não, pode ser causada por várias doenças, entre elas:

Para saber mais detalhes sobre hematúria, leia: Hematúria — Urina com sangue.

Exame de urina com hematúria macroscópica
Exame de urina com hematúria macroscópica

Urina espumosa

É perfeitamente normal que surja um pouco de espuma no vaso sanitário quando urinamos devido ao turbilhonamento do jato de urina na água. Entretanto, se você notar uma mudança no padrão da espuma da urina, principalmente se houver aumento na quantidade e no tempo que ela leva para desaparecer, isso pode indicar doença dos rins.

O aumento da espuma costuma surgir quando há perda de proteínas na urina, uma alteração chamada de proteinúria. A proteinúria é um sinal de doença renal e costuma surgir nas seguintes doenças:

Para saber mais detalhes sobre proteinúria, leia: Proteinúria, urina espumosa e síndrome nefrótica.

Urina espumosa em frasco de EAS
Urina espumosa, sugestiva de proteinúria.

Edemas (inchaços)

Os rins são os órgãos que controlam o volume de água e sódio (sal) em nosso organismo. Na insuficiência renal em fases avançadas, há uma redução da eliminação de sódio pelos rins e acúmulo de água, o que leva à formação de edemas (leia: Insuficiência renal crônica – Sintomas e tratamento).

Os edemas também ocorrem quando há grandes perdas de proteínas na urina, um quadro chamado de síndrome nefrótica.

Os inchaços costumam surgir nos pés e tornozelos, subindo em direção às coxas conforme a doença progride. Em casos mais graves, pode haver retenção de líquidos nos pulmões, o que pode levar a um quadro chamado de edema agudo do pulmão.

Para saber mais detalhes sobre doenças que causam edema, leia: Inchaços e edemasCausas e tratamento.

Hipertensão arterial

A retenção de sódio e água não provoca só edemas, mas também leva à hipertensão arterial. Tanto a insuficiência renal crônica quanto as glomerulonefrites frequentemente cursam com elevação da pressão arterial.

É sempre bom lembrar que a hipertensão arterial é uma das doenças mais comuns na população e que mais de 95% dos pacientes com hipertensão não apresentam doença renal. Deve-se suspeitar de doença dos rins no paciente que desenvolve hipertensão subitamente, geralmente associada a um ou mais dos sinais e sintomas descritos neste texto. Pacientes cuja hipertensão arterial sempre foi bem controlada com medicamento, mas que de repente apresentam piora da mesma, também devem ser investigados para doença renal.

Outra causa de hipertensão de origem renal é uma doença chamada estenose da artéria renal, que nada mais é do que uma obstrução parcial da artéria renal, responsável por levar sangue aos rins.

Para saber mais sobre doenças que podem levar à hipertensão arterial, leia: Causas de hipertensão arterial (pressão alta).

Anemia

Os rins produzem um hormônio chamado eritropoietina, que é responsável por estimular a medula óssea a produzir hemácias (glóbulos vermelhos). Quando a função renal fica comprometida, como em fases avançadas da insuficiência renal crônica (a partir do estágio 4), há uma queda na produção de eritropoietina, fazendo com que o paciente desenvolva anemia.

Como as hemácias são responsáveis pelo transporte de oxigênio no sangue, a redução do seu número compromete a oxigenação dos tecidos. Por isso, a anemia costuma causar palidez, cansaço, fraqueza e intolerância aos esforços. Nos casos mais intensos, até atividades simples, como pentear o cabelo ou trocar de roupa, podem se tornar extenuantes.

Para saber mais sobre anemia, leia: Anemia – Sintomas e causas.

Palidez da anemia na pele e nas mucosas
Palidez da anemia na pele e nas mucosas

Cansaço

A fadiga da insuficiência renal não se explica apenas pela anemia. Sim, a anemia é um fator comum e importante, mas há outros motivos que podem gerar cansaço e astenia mesmo quando o paciente ainda não tem anemia.

O acúmulo de toxinas no sangue, o aumento da acidez do organismo e, em alguns casos, a retenção de líquido nos pulmões também podem contribuir para falta de energia, indisposição e falta de ar aos esforços.

Para saber mais sobre causas de cansaço, leia: Cansaço e fadiga | Principais causas

Perda de apetite, náuseas e vômitos

A perda progressiva do apetite é um sintoma relativamente comum nas fases mais avançadas da insuficiência renal. O acúmulo de toxinas no sangue, conhecido como uremia, e as alterações do equilíbrio ácido-base podem provocar mal-estar, inapetência e sensação persistente de enjoo. Em muitos casos, o paciente passa a sentir gosto metálico na boca, hálito desagradável e aversão a certos alimentos, especialmente carnes.

Com a progressão da disfunção renal, podem surgir náuseas e vômitos, muitas vezes mais intensos pela manhã. Isso é especialmente comum no estágio 5 de DRC.

Quando esses sintomas se tornam frequentes, associados a emagrecimento e piora do estado geral, eles sugerem falência renal e precisam de avaliação nefrológica urgente, pois podem indicar necessidade de terapia renal substitutiva, como hemodiálise.

Quando o paciente com insuficiência renal apresenta os sintomas descritos acima, o médico nefrologista costuma indicar o início da hemodiálise ou diálise peritoneal.

Dor nas costas ou dor nos rins

É muito comum os pacientes, principalmente os mais idosos, associarem uma dor na região lombar com uma possível doença renal. Na verdade, a maioria das doenças renais, incluindo a insuficiência renal crônica, não causa dor nas costas. Dor lombar é, na imensa maioria dos casos, causada por problemas osteoarticulares da coluna.

Existem, porém, algumas exceções. A presença de uma pedra em um dos rins ou nas vias urinárias pode causar uma intensa dor lombar, que costuma irradiar para a virilha. A dor lombar do cálculo renal é excruciante e não tem relação com movimentos do tronco. Essa característica é importante para distingui-la das dores de coluna que não costumam ser tão intensas e pioram quando o paciente move o tronco.

Outra causa de dor lombar de origem renal é a infecção urinária, principalmente a pielonefrite (leia: Pielonefrite – Sintomas e tratamento).

A doença policística renal também pode causar dor lombar, devido a cistos gigantes que comprimem estruturas adjacentes. O sangramento, ruptura ou infecção de um cisto também costuma causar dor.

Para saber mais sobre dor nos rins, leia: Dor nos rins.

Acordar à noite para urinar

Acordar durante a noite para urinar é um sintoma muito comum de doenças da próstata (leia: Sintomas da próstata), todavia, também pode ser um sinal inicial de doença renal.

Quando a insuficiência renal crônica começa a progredir, o rim começa a perder a capacidade de concentrar a urina. É fácil notar que a primeira urina da manhã é sempre mais concentrada, pois, como ficamos várias horas sem ingerir líquidos, o rim reduz a eliminação de água na urina durante a noite. Os pacientes com doença renal perdem essa capacidade de concentrar a urina e acabam precisando interromper o sono para urinar.

Ausência de urina

A maioria das pessoas acha que urinar é um sinal inequívoco de saúde dos rins. O raciocínio é simples: se eu urino, é porque meus rins funcionam bem. Isto é um equívoco. Na urina há muito mais do que água e é impossível a olho nu saber se as toxinas do corpo estão sendo eliminadas pelos rins.

Urinar significa apenas que os rins ainda conseguem excretar água. Na verdade, a maioria dos pacientes com insuficiência renal crônica avançada que precisa iniciar hemodiálise (estágio 5 de DRC) ainda urina pelo menos um litro por dia. A maioria destes só deixa de urinar um ou dois anos depois de terem iniciado o programa regular de hemodiálise. Portanto, urinar, mesmo grandes volumes, não é uma garantia de que os rins estejam saudáveis.

A interrupção da urina ocorre geralmente por obstrução das vias urinárias, como nas doenças da próstata. Algumas glomerulonefrites cursam com insuficiência renal aguda, causando uma redução rápida do volume de urina (leia: Insuficiência renal aguda – Sintomas e tratamento).

Coceira na pele

A coceira pode ocorrer na doença renal crônica, mas não costuma ser um sintoma precoce. Ela é muito mais característica da insuficiência renal avançada, sobretudo no estágio 5 e em pacientes em diálise. Nos estágios anteriores da doença renal crônica, o prurido pode existir, mas tem menor valor como sinal isolado de doença renal e tende a ficar mais frequente à medida que a função dos rins piora.

Quando a coceira está relacionada aos rins, ela costuma ser persistente, pode ser difusa ou atingir principalmente tronco, dorso, braços e cabeça, e muitas vezes piora à noite. Pele seca é comum nesse contexto e pode intensificar o sintoma. Em geral, não há uma lesão cutânea típica; quando aparecem escoriações ou marcas na pele, elas costumam ser consequência do ato de coçar.

Por isso, coceira isolada não é um bom sintoma para suspeitar precocemente de doença renal. Ela ganha mais valor clínico quando surge em pacientes com insuficiência renal já avançada, especialmente se vier acompanhada de outros sinais sistêmicos. Fora desse contexto, outras causas de prurido — como doenças de pele, reações a medicamentos, doença hepática, distúrbios endócrinos ou doenças hematológicas — costumam ser mais prováveis e devem ser investigadas.

Quando procurar avaliação médica?

Os sintomas descritos ao longo deste artigo não confirmam sozinhos uma doença renal, mas alguns deles merecem investigação médica. É recomendável procurar avaliação se houver sangue na urina, urina persistentemente espumosa, inchaço no rosto ou nas pernas, piora da pressão arterial (ou surgimento de hipertensão), redução importante do volume urinário, cansaço progressivo sem causa aparente, perda de apetite, náuseas frequentes ou necessidade crescente de urinar à noite.

Na maioria dos casos, a investigação inicial pode ser feita com exame de urina e avaliação da função renal por meio da creatinina sanguínea e da taxa de filtração glomerular estimada. Quanto mais cedo uma alteração renal é identificada, maior a chance de tratar a causa e retardar a progressão da doença.

Se, além desses sinais, houver febre, dor lombar intensa, vômitos persistentes, falta de ar ou piora importante do estado geral, a avaliação médica deve ser mais rápida, pois esses achados podem estar relacionados a infecção renal, obstrução urinária ou insuficiência renal aguda.

Quem deve investigar os rins mesmo sem sintomas

Como a doença renal crônica pode permanecer assintomática por muito tempo, pessoas com maior risco não devem esperar o aparecimento de sintomas para avaliar a função dos rins. Isso vale principalmente para quem tem diabetes mellitus, hipertensão arterial, doença cardiovascular ou história familiar de doença renal.

Nesses grupos, a investigação costuma ser feita com dosagem da creatinina, estimativa da taxa de filtração glomerular e pesquisa de albumina ou proteína na urina. Em pacientes com diabetes, essa avaliação deve fazer parte do acompanhamento periódico, mesmo quando não há queixas.

Em pessoas sem fatores de risco conhecidos, a investigação da função renal geralmente não precisa ser feita de forma rotineira. Nesses casos, a indicação costuma depender do contexto clínico, do exame físico e da eventual presença de alterações em exames realizados por outros motivos.

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Dúvidas de leitores sobre este tema

Perguntas enviadas por leitores e selecionadas pelo editor por sua relevância para este artigo.

Mais comentários dos leitores

  1. Carlos jundo

    Minhas saudações. Tomei durante 40 dias o daflon e doxi-om para insuficiência venosa com a orientação de um médico angiologista. Essa medicação prolongada pode ou não durante 90 dias fazer mal aos rins?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Não, nenhuma das duas medicações costuma causar lesão renal.

  2. Alexsandro Amaral

    doutor, o que significa quando os rins não estão conseguindo concentrar a urina, como se caracteriza isso, quais são as causas e tratamento???

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Quando o paciente não consegue concentrar urina, isso significa que ele perde mais água na urina que o desejado. A urina fica muito diluída e o paciente habitualmente urina várias vezes ao dia. Existem várias causas: diabetes insipidus, insuficiência renal crônica, medicamentos, drogas, níveis baixos de potássio ou altos de cálcio no sangue e mais outras.

  3. Eliane Aparecida Ferreira de Araújo

    Quando uma pessoa com problema renal vai perdendo peso direto e tendo náusea direto pode ser oque

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Pode ser que seja uma doença renal em fase final, estando na hora de iniciar a diálise.

  4. Janaína Fernandes de jesus

    Uma creatinina 4.2 e o rins funcionando 16%, é indicado a fazer hemodiálise?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Com uma taxa de filtração glomerular de 16 ml/min, você está bem próxima de precisar de diálise. Se já está no momento ou não, só o nefrologista que te acompanha pode dizer.

  5. Kamila Luanna Batista

    Dr. Pedro, tenho 42 anos faço musculação e corridas na esteira. Bebo pouca água. Meu exame de creatinina deu 1,07 mg/dL e a estimativa de taxa de filtração glomerular 67mL/mon/1.73m2. Assim, que saiu o resultado me hidratei bastante e fiz um EAS que deu tudo normal. Estou com doença renal?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Não, a estimativa da taxa de filtração glomerular para pessoas com creatinina normal não é confiável. 1,07 mg/dl para homens com boa massa muscular é um valor normal. A minha creatinina é 1,2 mg/dl.

  6. Lázaro

    Durante algumas noites eu sinto dor nos rins, é sinal de problemas?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Provavelmente essa dor não é nos rins. Dê uma lida nesse texto para ver se ajuda: Dor no rim: quais são as principais causas?.

  7. Roseli Gonçalves da Silva Santos

    Olá Dr, meu sobrinho de 28 anos já internado na Unesp de Botucatu há 35 dias, já está fazendo hemodiálise. Desde o primeiro dia está fazendo xixi, mas não sai nada só água, a creatinina está alta e não descobrem a causa e os dois rins estão parados, só está funcionando 10%, mas não está filtrando. Por favor nos ajude desde já agradeço

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Roseli, lamento, mas não vejo como possa ajudar aqui de Portugal. Pelo que você descreve, ele fez uma lesão renal aguda grave, as causas são várias, desde intoxicações até vasculites. Algumas dessas lesões são reversíveis, outras não. Mas tenho certeza que ela está sendo bem investigado e tratado lá na Unesp.

  8. Maria Augusta

    Por quê eu tomo muita água e não vou urinal, quando chego em casa, me deito , depois de meia hora, até uma hora a bexiga enche várias vezes ! Dai vou urinal, no trabalho só tomo àgua, muita água !

    Desde há agradeço Vs atenção!

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Quando nos deitamos, o retorno do sangue para o coração fica mais fácil. Boa parte da água retida passa a ser eliminada pelos rins.

  9. Tchubaloco Quicassa

    Quais são os alimentos e bebidas que eu posso utilizar para proteger o meu rim?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Não existe uma dieta protetora dos rins nem uma bebida que seja melhor que a outra. Basta você se manter hidratado e evitar o excesso de sal na alimentação.

  10. jorge magalhaes

    dr pedro fasso uso de lepicortinolo a anos e a minha creatinina quando aumento a dose fica alta a medicação tem alguma interferecia no resultados

    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Os corticoides costumam causar elevação da ureia. A creatinina não costuma sofrer alteração.

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